🤯 INCRÍVEL: Single Gesture Could Land Tourist, 29, In Prison For Years Under Anti-Racism Laws 😲
Um advogado argentino de 29 anos enfrenta consequências legais após fazendo um gesto racista em relação aos funcionários do bar.
Agostina Paez foi visto em um vídeo gravado em um bar no Rio de Janeiro, Brasil, em janeiro imitando um macaco e fazendo sons de macaco ao sair do estabelecimento após um suposto confronto com funcionários.
Depois que o clipe se tornou viral nas redes sociais, Páez foi preso e acusado de insulto racial (“difamação racial”), crime que acarreta penas de prisão até 15 anos.
- Agostina Páez, uma advogada argentina de 29 anos, pode pegar pena de prisão depois de fazer um gesto racista no Brasil.
- O incidente aconteceu em meados de janeiro, quando Páez e amigos saíam de um bar no Rio de Janeiro.
- Desde então, Paéz pediu desculpas por fazer gestos e sons de macaco para os trabalhadores, dizendo que “tomou consciência do que é racismo”.
Agostina Páez, uma advogada argentina, foi presa no Brasil por fazer um gesto racista contra um grupo de garçons

Créditos da imagem: agostinápaez
Páez pediu desculpas por suas ações, mas afirmou que foi provocada durante uma disputa por causa de uma conta cobrada a mais.
Ela disse: “Foi uma reação emocional. Nunca imaginei a gravidade de tudo isso”.
Páez alegou que os garçons do bar Ipanema se comportaram de forma agressiva com ela e seus amigos e fizeram gestos obscenos para eles enquanto se afastavam.
Créditos da imagem: agostinápaez
Imagens de câmeras de segurança do bar parecem mostrar um trabalhador provocando o turistas quando eles estavam saindo do bar.
A promotora Fabíola Tardin disse que o comportamento de Páez era indesculpável, independentemente das circunstâncias.
“Você não pode simplesmente renunciar à lei brasileira porque ela afirma que não sabia que racismo era crime.”
Páez foi autorizado a retornar à Argentina enquanto o processo judicial continua

Créditos da imagem: agostinápaez
O advogado foi condenado a permanecer no Brasil com tornozeleira eletrônica. Na terça-feira (1º de abril), ela obteve habeas corpus e foi autorizada a retornar à Argentina após pagar fiança equivalente a 60 salários mínimos no Brasil, cerca de US$ 20 mil, enquanto o processo judicial continua.
“Tive a reação errada ao me deixar levar pela raiva e estou pagando as consequências por isso”, disse Páez. “Um erro pode definir você, mas também pode forçá-lo a refletir.”
Créditos da imagem: agostinápaez
Falando no aeroporto depois de retornar ao seu país de origem após 70 dias, ela disse: “É incrível estar de volta. Mal podia esperar para chegar. Agora estou à vontade. Lamento minha reação. Apesar das circunstâncias, lamento.
“Eu me senti muito desamparado. Fiquei muito triste. Passei por momentos difíceis. Foram meses muito difíceis para mim e ainda não consigo acreditar que estou aqui.”
O jovem de 29 anos foi acusado de difamação racial, um crime que supostamente acarreta pena de prisão de até 15 anos.

Créditos da imagem: Claricom
🚨 BRASIL: pedem a prisão preventiva da argentina Agostina Páez
Ela está detida no Rio com tornozeleira eletrônica por supostos gestos racistas em Ipanema e foi acusada de “insulto racial”.
🗣️ “Não há registro de tal condenação de estrangeiro”, disse seu advogado. pic.twitter.com/HNpR2V5ThH
-El Economista (@ElEconomista_) 4 de fevereiro de 2026
Páez acrescentou que pediu desculpas às vítimas e disse que suas ações decorriam do desconhecimento sobre o racismo.
“Esta experiência dolorosa ajudou-me a tomar consciência e espero que muitos outros também se conscientizem e aprendam mais sobre o que é o racismo.”
Páez se desculpou por suas ações, dizendo: “Um erro pode definir você, mas também forçá-lo a refletir”.
Créditos da imagem: agostinápaez
A equipe de defesa de Páez trabalhou para reduzir o cobrançase, em última análise, a acusação concordou em reduzir a pena possível para dois anos de prisão, uma pena que alegadamente permite a substituição por serviço comunitário e o pagamento de uma indemnização de aproximadamente 50.000 dólares a cada vítima.
A pena potencial, reduzida porque Páez não tem antecedentes criminais, acabaria sendo cumprida na Argentina
“A promotora entendeu que o pedido de desculpas significava que Agostina entendia o que o racismo significa para o Brasil”, afirmou sua advogada, Carla Junqueira.
Créditos da imagem: mdzol
Na Argentina, muitos apoiaram Paéz, alegando que ela foi vítima de legislação excessiva e que ela estava sendo transformada em bode expiatório no Brasil para dissuadir casos semelhantes de violência. racismo no futuro.
Lilia Lemoine, legisladora argentina e aliada do presidente libertário Javier Milei, acusou o governo de esquerda do Brasil de usar o incidente como uma “vingança”.
Páez voltou à Argentina depois de pagar fiança de cerca de US$ 20 mil

Créditos da imagem: agostinápaez
Créditos da imagem: carlaandradejunqueira
No Brasil, onde mais da metade da população se identifica como negra ou parda e a escravidão só foi abolida em 1888, o caso está sendo celebrado como um sinal de que o sistema jurídico é eficaz e funciona para finalmente defender um grupo que há muito é marginalizado.
O racismo é classificado como crime na Constituição brasileira desde 1988, mas os processos são raros.
Após pressão de ativistas e legisladores para maior responsabilidadeo país implementou algumas das leis anti-racismo mais rigorosas do mundo.
Páez disse que foi provocada por funcionários do bar, que fizeram um gesto obsceno para ela e seus amigos
Agostina Páez, a argentina detida no Brasil, é vítima de discriminação racial. Prenderam-na por ser branca e argentina. Eles te perseguem, te roubam, te insultam e depois usam a carta do racismo quando um argentino se defende. RECIPROCIDADE deve ser aplicada pic.twitter.com/DrfW1AoUWnhttps://t.co/eYa2EKapgg
— Andrés (@andresiquiroz) 5 de fevereiro de 2026
“É uma fonte de orgulho nacional”, disse o promotor Tardin. “Os argentinos deveriam ver isso como uma inspiração, não como motivo de ódio ou ressentimento.
“O Brasil está sendo retratado como um país autoritário”, acrescentou ela, “quando estamos simplesmente buscando justiça para os danos causados”.
O caso deve chegar a uma conclusão nas próximas semanas.
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