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A nova série da Fox Os fiéis: mulheres da Bíblia é posicionado como um evento, com cada um dos três episódios de duas horas contando a história de uma fase diferente do livro de Gênesis a partir da perspectiva das mulheres. O primeiro episódio é a história de Sarah (Minnie Driver) e Hagar (Natacha Karam); o segundo episódio será na perspectiva da esposa de Isaac, Rebekah (Alexa Davalos), e o terceiro episódio será sobre as irmãs Rachel (Blu Hunt) e Leah (Millie Brady), esposas de Jacob (Tom Payne).

Tiro de abertura: “Nossos nomes foram sussurrados ao longo do tempo, de geração em geração.” Vemos as Pirâmides de Gizé e, em seguida, um faraó sendo levado a remo pelo Nilo. Todos que trabalham e vivem às margens do rio se curvam diante dele – exceto uma mulher. Um dos escravos egípcios no barco do faraó percebe.

A essência: Sarah (Ludovica Francesconi) jurou nunca se curvar a nenhum homem, e isso remonta a quando ela era criança em Harran e seus pais tentaram casá-la com um proprietário de terras chamado Abim (Andrew Mockler). O jovem Abraham (Alex Harvey) vê essa força e oferece sua mão em casamento.

Vinte e cinco anos depois, Sarah (Minnie Driver) e Abraham (Jeffrey Donovan) construíram uma vida para si, mas Sarah está preocupada por não poder ter filhos para o marido. Ele se recusa a ter outra esposa, pois é dedicado a ela.

Uma noite, Abraão é chamado por Deus para encontrar e estabelecer uma nova terra que a divindade lhe mostrará, e lá ele terá um filho e continuará sua linhagem. Sarah não acredita que isso realmente tenha acontecido, pensando que foi um sonho. Mas Abraham está convencido de que era real. É claro que ela vai com ele para o que acaba sendo Canaã.

É em Canaã que Sara se recusa a curvar-se na presença do faraó (Amr Waked). A escrava que percebeu, Hagar (Natacha Karam), acaba sendo designada para Sarah quando o faraó captura Sarah e decide torná-la uma de suas esposas. Mas um poder maior que o faraó ajuda Sara a escapar, e ela traz Hagar de volta com ela para Abraão.

Os anos passam e Abraão insiste que Sara ainda terá um filho para ele. Sara, sabendo que está muito velha, insiste que seu marido tenha relações com Hagar, e ela criará o filho resultante como se fosse seu. Hagar concorda a princípio e será recompensada ao se reunir com sua família no Egito. Mas Hagar repensa o pacto que ela e Sarah assinaram e quer fazer parte da vida de seu filho Ismael (Francesco Petit).

Mais anos se passam e a aliança de Abraão com Deus resulta na gravidez da idosa Sara, produzindo um filho chamado Isaac (Tom Mison interpreta Isaac quando adulto). Mas o que acontecerá com Ismael, e Sara lhe dirá que Hagar é realmente sua mãe?

Os fiéis: mulheres da Bíblia
Foto: Stefano Cristiano Montesi/Fox

De quais programas você lembrará? Criado por Carol Mendelsohn, Julie Weitz e René Echevarria, Os fiéis: mulheres da Bíblia está na mesma categoria de programas como O Escolhido e Casa de David.

Nossa opinião: Tal como acontece com as adaptações bíblicas mais recentes, Mendelsohn e companhia usam a estrutura básica das histórias do livro – Gênesis, neste caso – para expandir e realmente aprofundar a narrativa de uma forma mais humana. Certamente ajuda o fato de Driver estar no centro da história de Sarah, já que seu desempenho eleva o que poderia ser uma apresentação piegas a uma visão convincente de uma mulher que foi devastada pela culpa, mas que finalmente encontrou sua fé por meio de sua crença em Abraão e de sua amizade com Hagar.

Em essência, a atuação de Driver é o que humaniza Sarah; a escrita não chega O EscolhidoO nível de tornar os personagens pessoas que parecem reais, com falhas reais e profundidade emocional. A insistência em usar a sintaxe antiquada coloca distância entre eles e o verdadeiro eu dos personagens. Também ainda há muita piedade tanto para Sarah quanto para Abraham para torná-los pessoas com quem os espectadores possam se identificar, o que faz com que Driver tenha que fazer mais trabalho pesado com seu desempenho.

Os fiéis: mulheres da Bíblia
Foto: Stefano Cristiano Montesi/Fox

Desempenho que vale a pena assistir: Já discutimos Driver, então é aqui que mencionaremos Donovan, que consegue fazer Abraham parecer um homem carinhoso chamado por Deus, mas também um pouco fanático. Sua crença arregalada em sua conexão com Deus faz com que a reação cética de Sarah a isso faça mais sentido.

Sexo e pele: Nenhum, exceto Abraão entrando na tenda de Hagar para ter um filho com ela.

Foto de despedida: Sara é sepultada, com um enrugado Abraão e uma Hagar mais velha prestando homenagem a ela.

Estrela Adormecida: Natacha Karam faz um ótimo trabalho ao mostrar a devoção que Hagar tinha por Sarah, e a posição estranha em que Sarah a colocou para garantir a continuidade da linhagem de sangue de Abraão.

Linha mais piloto: Foi uma escolha interessante dos produtores do programa não envelhecer Sarah até que ela tivesse Isaac; a tradição da Bíblia era que Sara tinha 90 anos e Abraão tinha 100 quando Isaque nasceu. Mesmo que nenhum deles estivesse perto dessa idade – e a forma como o episódio é escrito, isso coloca os dois mais perto dos 60 e 70 anos – Sarah permanece basicamente a mesma. Foi uma maneira sutil de mostrar como Sarah poderia ter sido capaz de ter filhos em idade avançada, mas também foi estranho ver Sarah parecer a mesma enquanto todos ao seu redor envelheciam.

Nosso chamado: TRANSMITIR. Os fiéis: mulheres da Bíblia tece uma visão convincente do livro do Gênesis que ainda não foi explorada, com performances que humanizam as figuras apresentadas, superando algumas escritas desajeitadas.

Joel Keller (@joelkeller) escreve sobre comida, entretenimento, paternidade e tecnologia, mas não se engana: é viciado em TV. Seus escritos foram publicados no New York Times, Slate, Salon, RollingStone. com, VanityFair. comEmpresa rápida e em outros lugares.


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