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O novo drama brasileiro na Netflix, Emergência Radioativa, é um relato ficcional de um acidente radiológico real ocorrido em 1987 na cidade de Goiânia.. Quatro pessoas morreram, mas as autoridades de saúde examinaram mais de 110 mil pessoas e descobriram que mais de 240 estavam contaminadas. Como isso aconteceu e qual foi a resposta são explorados na série.
Tiro de abertura: Dois jovens empurram um carrinho de mão pela rua enquanto conversam sobre coisas sobre as quais os jovens falam. “Goiânia, Goiás, Brasil. 13 de setembro de 1987.”
A essência: Os meninos se aproximam de uma clínica abandonada e um aponta para o outro o dispositivo bulboso que havia avistado no chão. Ele acha que está cheio de chumbo e vai render muito dinheiro de Evenildo (Bukassa Kabengele), o traficante para quem eles vendem. Eles puxam o recipiente para fora do dispositivo.
Cinco dias depois, Evenildo compra e manda retirar a parte de baixo pelos trabalhadores. Quando ele percebe que a parte inferior está brilhando, ele a leva para casa. Dez dias depois, sua esposa Antônia (Ana Costa) está doente e quer a “marmita” fora de casa. Ela e um funcionário levam o produto para a secretaria de saúde da cidade. Sem saber qual é o item, Jânio (Ricardo Gelli), responsável pelo escritório, manda colocar sua secretária em uma cadeira no pátio e manda Antônia para o hospital.
Um médico do hospital, vendo os sintomas de Antônia e outros, liga para a casa do antigo vizinho, sabendo que o filho do vizinho, Márcio (Johnny Massaro), está em casa no fim de semana para comemorar o aniversário do pai. Márcio é físico nuclear e o médico acha que os sintomas que vê são consistentes com envenenamento por radiação.
Jânio conhece Márcio, que quer encontrar um cintilômetro. Quando o aparelho enlouquece ao se aproximarem da secretaria da saúde, Márcio descobre que o item que estava no pátio era radioativo. Ele diz que todo o prédio deveria ser evacuado, e então ele e Jânio vão até o ferro-velho e tentam convencer Evenildo a fazer o mesmo. Ele acha que eles estão lá para prendê-lo, então ele se recusa.
Eventualmente, o diretor de saúde e o governador do estado são consultados e a CNEN do Rio é acionada. O diretor da agência reguladora nuclear, Dr. Orenstein (Paulo Gorgulho), descobre por Márcio que o aparelho veio de uma clínica radiológica e passou despercebido quando a clínica foi desmontada. Um grande problema: o dispositivo contém césio-137, um pó radioativo que pode se espalhar rapidamente e contaminar uma grande área se não for contido.

De quais programas você lembrará? Criado por Gustavo Lipsztein, Emergência Radioativa nos lembra de outras séries de desastres baseadas em histórias reais, como Cinco dias no Memorial, Cada minuto conta e Depois do dilúvio.
Nossa opinião: Como é o caso da maioria dos relatos ficcionais de desastres históricos, Emergência Radioativa tenta dar um rosto humano a um dos incidentes mais noticiosos de um país, com novos personagens baseados em amálgamas de pessoas reais que passaram pelos acontecimentos do incidente. Os roteiristas da série tentam dar histórias pessoais aos personagens, mas na maioria das vezes essas histórias ficam em segundo plano quando o desastre começa a se desenrolar.
A extensão potencial do desastre é bem comunicada por Márcio ao final do primeiro episódio, então não perdemos muito tempo observando as pessoas sem saber o que fazer com esse objeto brilhante que parece estar deixando as pessoas doentes. Goiânia é uma cidade com mais de um milhão de habitantes, e o facto deste dispositivo, e do pó de césio-137 que contém, estar a flutuar pela cidade há mais de uma semana significa que potencialmente milhares, se não centenas de milhares, de pessoas poderiam ter sido contaminadas.
A história se concentra em Márcio e Dr. Orenstein tentando rastrear contratos para garantir que todos que possam ter tido contato com o dispositivo – ou as pessoas que estiveram em contato – foram isolados e tratados. Todos nós sabemos, pela nossa experiência com a COVID, o quão difícil é realmente o rastreamento de contratos, dadas todas as pessoas com quem você potencialmente entra em contato diariamente. À medida que o desastre aumenta, veremos como todos ficam em pânico, ao mesmo tempo em que vemos como as pessoas que tiveram contato mais próximo com o dispositivo se saem.
Mas o que não vamos nos importar são as histórias pessoais. Márcio está em conflito por não ter contato com o pai? A namorada dele está grávida? Nada disso importa quando as coisas saem do controle. Esther (Leandra Leal), física do Instituto de Radioproteção e Dosimetria, também estará envolvida, mas não sabemos nada mais sobre ela do que qual é a sua função. Oresnstein é um velho cientista rabugento, mas amigável, mas isso é tudo que sabemos sobre ele.

Desempenho que vale a pena assistir: Johnny Massaro tem uma presença marcante como Márcio, a quem Orenstein e outros procuram para uma liderança calma, apesar de ser jovem.
Sexo e pele: Nenhum.
Foto de despedida: Em uma oficina no ferro-velho, vemos pó de césio-137 brilhante e solto sobre uma mesa.
Estrela Adormecida: Bukassa Kabengele faz um bom trabalho como o cético Evenildo, que não quer sair de casa mesmo estando totalmente contaminada.
Linha mais piloto: Orenstein é visto pela primeira vez defendendo a energia nuclear para um trio de repórteres adolescentes, o que é uma cena bastante irônica.
Nosso chamado: TRANSMITIR. Emergência Radioativa é um relato ficcional de um dos maiores desastres radiológicos do Brasil que se concentra principalmente na questão do desastre em si. Ele tenta tornar as histórias de seus personagens mais pessoais, mas essas histórias são, na melhor das hipóteses, esboços.
Joel Keller (@joelkeller) escreve sobre comida, entretenimento, paternidade e tecnologia, mas não se engana: é viciado em TV. Seus escritos foram publicados no New York Times, Slate, Salon, RollingStone. com, VanityFair. comEmpresa rápida e em outros lugares.
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